Falando de amor
Imagem: O Nascimento de Vênus (Sandro Botticelli, Séc. XV) Eu gosto de falar de amor, embora não tenha qualquer habilidade para tal. E outra, mesmo gostando, não falo muito, ou seja, este momento é raridade. Logo Ele, o tal amor, que já enriqueceu tanta gente. Quem não lembra do “é o amor/que mexe com a minha cabeça e me deixa assim/que faz eu pensar em você e esquecer de mim” (... ) chega. Mas o Amor que eu falo não é esse do Zezé não. É do amor humano. Aquele que a gente encontra na amizade verdadeira, nas pessoas que entram na nossa vida como se fosse um milagre (um sol no quintal, como diria o poeta cearense). E naquelas que doam o seu tempo livre pra fazer o bem ao outro. É desse amor que eu falo. Já pensou se não fosse ele? Ainda bem que a gente ama. Sim, uns mais, outros menos, mas há o tal amor, ora mais! Arte plástica, poesia, música, filme... Nada disso fala mais do amor do que Ele por si. Só vai sentindo. E ninguém ama mais que os humanos. Eu gosto de amar. De ser humana. PS...