A crônica do tubo
Sempre tive curiosidade de como é entrar naqueles tubos de ressonância magnética pra fazer exames. Curiosidade estúpida talvez, mas sou assim, curiosa. Hoje tive a oportunidade de matar a curiosidade e não vou me entregar dizendo que foi horrível, foi uma experiência da imaginação, eu diria. Cheguei às 10 horas da manhã e só fui fazer o exame por volta das 14 horas. Esperar plano de saúde autorizar, esperar a vez. Mas tudo bem, li dois capítulos do livro, me atualizei lendo o jornal, lanchei, tomei dois cafés expressos e um cappuccino, conversei com uma amiga de Recife, com minha irmã e com algumas pessoas que também esperavam na clínica. O negócio era aproveitar o tempo para não somente “esperar”. Um dos meninos que esperava outro exame comentou que já havia feito a tal da RMN (já estou familiarizada com os termos) e quando perguntei como era, ele respondeu “parece que você está numa rave”. Rave? Beleza, vamos ver, talvez seja o contraste na veia que faça esse efeito. Enfim, hora do e...