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Mostrando postagens de janeiro, 2011

Será

Será que estoy un poco húmeda de hueso y carne. Será que el pasado fue parte de la novela develada atormentadas noches y secretos de amor prohibido. Será que en un tiempo remoto la soledad oscureció instantes y nadie salió en defensa. Será que hay batallas que el destino nos permite ganar y otras no como un sino que está escrito. Será que uno va cambiando los arrebatos dejan de ser incendio y pasan a ser llama o destellos inhóspitos. Será que la adultez corrompe parte del asombro y la ingenuidad de los primeros días. O será que como el ave fénix estoy nuevamente renaciendo dispuesta a todo por vivir. Claudia Ainchil

Na volta que o mundo dá

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Dica de música para ouvir enquanto lê esse post: "Na volta que o mundo dá" - Mônica Salmaso Por isso que gosto de brega ó. Salve o refrão do clássico brega recifense "...Mas o tempo passa o mundo gira , o mundo é uma bola...". O mundo dá voltas e, às vezes, volta ao mesmo lugar, enquanto alguns nem saem dali. Mas quem volta deve ter a certeza de que nada será igual, impossible my friend. É como acordar todo dia; cada manhã é diferente. Tem gente que sempre volta. Outros estão em volta. Alguns, às voltas. E há quem vai dar uma volta... Eu orbito. Voltar é recomeçar. É fazer de novo, de um jeito diferente. Chegar com a mala em algum lugar conhecido ou não. E ali tocar a sua vida como se fosse a primeira vez. Perdoar as falhas do outro e reconstruir uma união ou uma pré-união. Acordar todo dia como se acabássemos de nascer. A gente volta o tempo todo. Da faculdade, do trabalho, da praia. Da casa de, pra casa. É verdade que tem gente que não volta. Porque não ...

Bahia, és minha também.

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“ Essa praça do Pelourinho é ilustre e grandiosa: sua beleza é feita de pedra e de sofrimento. Por aqui passa a vida inteira da Bahia, sua humanidade, a melhor e a mais sofrida. Toda a riqueza do baiano, em graça e civilização, toda a pobreza infinita, drama e magia nascem e estão presentes nessa antiga parte da cidade ” Jorge Amado E foi lá, no Pelourinho, por onde comecei uma incansável redescoberta desse pedaço do Brasil chamado Bahia. E me encantei com o que vi. Da Baía de todos os Santos, linda e imponente, à Igreja de Santa Bárbara, abandonada e sofrida - em outros tempos exaltada em belíssima peça do cinema nacional (O Pagador de Promessas, 1962). A Bahia encanta, talvez porque não seja só feita de beleza natural. É rica e tem o traço e as cicatrizes da formação do Brasil. Do mar de Itapuã ao Terreiro de Jesus, do Engenho Velho da Federação (Terreiro de Mãe Dalvinha) à Ilha de Itaparica. Eu amei a Bahia. Entendi porque tantas coisas belas saem de lá. A energia dos batuqueiros, a...

Você tem só três perguntas

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Ouvi uma história outro dia que chamou atenção. Uma cara ao voltar voltar para casa a namorada após uma saída básica com um amigo, foi bombardeado por uma série de perguntas quando ele de prontidão anunciou: - Opa, cuidado. Você tem só três perguntas. - Você estava onde? Ela perguntou sem prestar muita atenção ao aviso. - No aniversário de um amigo. - Com quem? - Com Tibério. - E voltaram como? - Andando. - Quem estava lá? De quem era a festa? Porque não me ligou? Tinha muita gente? - Já respondi três perguntas. Agora relaxe. Foi uma brincadeira, mas pensando bem poderíamos mesmo três chances, três escolhas, três perguntas, três prioridades. Esse é um conselho que daria a quem está se casando por exemplo: não vai ser exatamente como você quer. Escolha três prioridades e relaxe com o resto. Lembra um pouco a história do gênio da garrafa. Com uma infinidade de possibilidades mágicas, o escolhido recebe apenas três desejos. E pronto. Na minha ilusão de criança pensava que se encontr...

Além dos olhos

A gente enxerga com os pés. Enxerga com as mãos. Enxerga com os ouvidos. Enxerga com a boca. E enxerga com os olhos, idem. É o observado ao fim que irá diferenciar o meio.

Naturalmente

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Vale do Catimbau fica no município de Buíque, a 295km de Recife, é região de caatinga, com paredões de granito, cavernas, canyons e sítios arqueológicos com inscrições rupestres. É o segundo parque arqueológico do Brasil, ficando atrás apenas da Serra do Capivara, no Piauí. O encontro com o natural, o milenar (150 milhões de anos em média) e o simples. Perfeito para respirar fundo, mirar o olhar no horizonte sem prazo pro término e ouvir o silêncio sonoro da fauna e flora nativas. Aproveitei as férias em Pernambuco para explorar Vale do Catimbau, o que já está virando vício, o tal do turismo ecológico em lugares que nos levitam, de verdade. Dessa vez, o companheiro de viagem foi o meu amigo-irmão, que apareceu na minha vida quando eu era ainda bem dizer uma criança e que sempre esteve presente nesses 15 anos que se passaram. Abraçar a natureza me faz sentir a energia superior e a paz de espírito que existe em nós e que, às vezes, a perdemos de vista. Sem contar ainda o contato com a co...